O Mundo, o comum e o tempo da incomunicabilidade
Desenhando uma alegoria da globalização em que a política das identidades se revela atravessada por problemas de gênero, a narrativa de O Mundo pergunta sobre as possibilidades de imaginação de uma comunidade mundial da humanidade, e de qualquer comunidade específica, em geral. Estranhamente, se há algum caminho a seguir em busca de uma resposta, ele passa pelo tema da incomunicabilidade e deve reconhecer necessariamente o papel alegórico desempenhado pelo gênero como metalinguagem para abordar os processos sociais, culturais e históricos que estão em jogo na globalização.



