Categorias
Críticas

Anotações: Broken Tongue, de Mónica Savirón (2013)

Sobre Broken Tongue e o poema conceitual “Afrika”, de Tracie Morris, em que o filme de Mónica Savirón encontra seu impulso.

Categorias
Críticas

Anotações: Los Angeles Red Squad, de Travis Wilkerson (2013)

Algumas anotações, escritas principalmente para quem não viu o filme, sobre o documentário de Travis Wilkerson em torno da repressão policial ao dissenso político nos Estados Unidos.

Categorias
Críticas

Cortinas fechadas: alegoria da insurgência

Alegoria, metáfora, política e estética em Cortinas fechadas (2013), de Jafar Panahi e Kambuzia Partovi.

Categorias
Críticas

Isto não é um filme (2011), de Jafar Panahi e Mojtaba Mirtahmasb

Como uma afirmação política que não depende da representação direta e explícita de todos os seus sentidos, Isto não é um filme impõe um dever de imaginação ao espectador.

Categorias
Críticas

Eu não quero voltar sozinho (2010) e Hoje eu quero voltar sozinho (2014), de Daniel Ribeiro

O curta e o longa que Daniel Ribeiro dedicou às mesmas personagens propõem a exploração dramática do afeto e a exploração afetiva de um melodrama de formação, por meio de uma poética da delicadeza.

Categorias
Críticas

Explorando o estilo visual de True Detective

Marco Bohr compara aspectos do impressionante estilo visual de True Detective a obras artísticas, fotográficas e cinematográficas, buscando compreender parte do que torna essa série de TV tão deslumbrante.

Categorias
Críticas

Ilusionismo e excesso em O Hobbit

Em O Hobbit, o cinema reitera sua potência ilusionista, que se realiza sob o modo do excesso, na produção de uma geografia sintética e na prática da encenação cinematográfica como simulação.

Categorias
Críticas

A potência de estranhamento de O Lobo de Wall Street

A potência crítica decorrente das figuras do excesso é o que confere a O Lobo de Wall Street (2013) sua contundência política.

Categorias
Críticas

Instinto Materno (2013), de Călin Peter Netzer

Pozitia Copilului, traduzido como Instinto Materno no Brasil, é um filme de Călin Peter Netzer que aborda a Romênia contemporânea e o problema da desigualdade social a partir de um drama familiar.

Categorias
Críticas

O Lobo de Wall Street: as figuras do excesso e a tragédia sem fim

A prática do cinema do excesso, a que Martin Scorsese se dedica em O Lobo de Wall Street, confere ao filme riqueza estética e complexidade ética singulares, que comentam a tragédia sem fim em que nos encontramos.

Categorias
Críticas

A memória visível do tempo

Uma crítica de Cidade invisível (2013), de Lisa França, um documentário sobre a cidade de Goiânia e as transformações que atravessam suas paisagens.

Categorias
Críticas

A água como metáfora: Azul é a cor mais quente, políticas da identidade, poéticas da existência

Numa das sequências mais densas de Azul é a cor mais quente, a imagem da água se converte em uma metáfora das poéticas da existência.

Categorias
Críticas

Crítica de Azul é a cor mais quente no jornal A Redação

O “feitiço” do filme de Kechiche decorre de três aspectos de sua construção dramática: o desempenho das atrizes; o trabalho de encenação do diretor; a intensidade dos diálogos e do enredo.

Categorias
Críticas

Azul é a cor mais quente: alguns fragmentos analíticos

Azul é a cor mais quente corresponde a uma das verdades do cinema: o mundo, sua trivialidade, sua insignificância – isso é o suficiente.

Categorias
Críticas

Heteronormatividade e representação em Azul é a cor mais quente (2013)

Eis as principais críticas a Azul é a cor mais quente e sua forma de representação do sexo lésbico, e algumas interpretações do longa como história de amor universal.