Autor: Marcelo R. S. Ribeiro
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A cosmopoética da fragilidade: Abderrahmane Sissako, a sensibilidade cosmopolita e a imaginação do comum
Referência para citação: RIBEIRO, Marcelo Rodrigues Souza. A cosmopoética da fragilidade: Abderrahmane Sissako, a sensibilidade cosmopolita e a imaginação do comum. In: BAMBA, Mahomed; MELEIRO, Alessandra (orgs.). Filmes da África e da diáspora: objetos discursivos. Salvador: EDUFBA, 2012. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/16758. No início de outubro de 2012, foi lançado o livro Filmes da África e da diáspora, organizado por…
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Fora de quadro: Untitled Film Stills
A terceira edição da revista ] Janela [ inclui um ensaio audiovisual em que discuto os Untitled Film Stills, de Cindy Sherman. Aqui, você pode ler o texto dos meus comentários.
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A fotografia e a tinta invisível da história
Às vezes, somos levados a olhar com outros olhos para o que teria permanecido familiar, descobrindo assim, estranhamente, uma diferença no coração da repetitiva sucessão de imagens que habita nosso olhar.
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Merry Crisis and a Happy New Fear: o mundo invertido
É apenas na fotografia dos policiais caminhando diante de paredes grafitadas com a frase “Merry Crisis and a Happy New Fear” que podemos entrever seu encantamento profano em toda a sua complexidade.
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Pacific: a memória do aparelho e as ruínas do espetáculo
Pacific exige que nos perguntemos sobre o que as câmeras capturaram e sobre aquilo que deixaram de fora – a questão da representação – assim como sobre quem as controla – a questão da mediação.
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O devir-antropófago: Alfred Jarry, René Magritte e o espelho
Minha tradução do artigo “Antropofagia”, de Alfred Jarry, a partir do original em francês de 1902, com comentários atravessados pelo quadro O espelho mágico (1929), de René Magritte.
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Sobre o cinema pós-moderno
O interesse do conceito de cinema pós-moderno é estratégico. A noção equívoca de pós-modernidade demanda um contexto de operações teórico-conceituais que lhe dê sentido.
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Henri Cartier-Bresson no MoMA
Com a ajuda da internet, passear pelas imagens de Henri Cartier-Bresson pode se tornar um prazer cotidiano, circundado por informações e permeado pela tênue luminosidade da tela.
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Uma nota sobre Supernatural
Uma pequena observação sobre Supernatural, que escrevi quando chega ao fim quinta temporada da série.
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Um lugar qualquer: a captura dos lugares comuns
Seja para apreciá-lo com prazer, seja para repudiá-lo com tédio, qualquer leitura de Um lugar qualquer deve passar pela luta contra o esquecimento de que somos estrangeiros ao espetáculo.
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Cópia infiel
Na multiplicação de instâncias da cópia, Cópia fiel dissemina as formas do espelho em que o cinema encontra uma parte crucial de sua potência.
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O cinema político africano e o direito de narrar
Bamako (2006), de Abderrahmane Sissako, faz soprar novos ares na tradição mundial do cinema político ao construir e desconstruir, ao mesmo tempo, um curioso dispositivo ficcional.
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Gato se olhando no espelho (1946), de Brassaï
Se a escrita da luz e da sombra constitui uma das formas do duplo, o gato de Brassaï multiplica os movimentos de duplicação no dispositivo labiríntico de sua mise-en-scène.
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Os cinemas africanos: pela descolonização da mente
O que Ngũgĩ wa Thiong’o chama “descolonização da mente” permanece ainda por fazer e constitui uma tarefa política – e poética – crucial de nossos tempos.
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Você enfia a cabeça dentro do seu próprio peito, abre os olhos e olha
Algumas das transformações mais ambivalentes que as formas de reprodução técnica imprimem na experiência humana estão relacionadas aos fantasmas que nos assombram sob o signo do sagrado.
