Categoria: Entre imagens
-
Montagem caleidoscópica: Glauber Rocha sobre Manhã cinzenta
Para Glauber Rocha, Manhã cinzenta (1969), de Olney São Paulo, é um filme de resistência e de crítica, caracterizado por uma “montagem caleidoscópica”.
-
O Cinema do Fim do Mundo no Egito
Um cinema abandonado no meio do deserto do Sinai. Uma história misteriosa que se revela, parcialmente, por meio de fotografias. Um enigma que persiste como um sonho estranho.
-
Da (in)visibilidade do nascer do sol na China
No espaço ficcional de algumas imagens da China contemporânea, nas quais o céu de Pequim está recoberto por poluição e uma tela dá a ver imagens do céu, entrevê-se o arpocalipse.
-
Azul é a cor mais quente: alguns fragmentos analíticos
Azul é a cor mais quente corresponde a uma das verdades do cinema: o mundo, sua trivialidade, sua insignificância – isso é o suficiente.
-
Heteronormatividade e representação em Azul é a cor mais quente (2013)
Eis as principais críticas a Azul é a cor mais quente e sua forma de representação do sexo lésbico, e algumas interpretações do longa como história de amor universal.
-
Aningaaq, de Jonás Cuarón: a multiplicação dos sentidos
Assista Aningaaq (2013), de Jonás Cuarón, uma breve e memorável experiência cinematográfica que complementa “Gravidade” (2013), de Alfonso Cuarón.
-
Os macacos do Petting Zoo, de Christoph Niemann
A imageria racial moderna se introduz, às vezes, em nossas formas de imaginação supostamente mais livres, como nas imagens do app Petting Zoo, de Christoph Niemann.
-
Merry Crisis and a Happy New Fear: uma coleção de imagens
É preciso saudar o porvir com a potência perturbadora de um jogo de linguagem: “Merry Crisis and Happy New Fear”.
-
O nascimento de uma nação: estética, ideologia, máscaras
Uma leitura des(cons)trutiva de O nascimento de uma nação, filme de Griffith que projeta sua luz e sua sombra sobre toda a história do cinema desde 1915.
-
O jump cut segundo Comolli
O que está em jogo na prática generalizada do jump cut, segundo Jean-Louis Comolli? Uma discussão sobre montagem, realidade e política no cinema contemporâneo.
-
Autorretrato afogado (1840), de Hippolyte Bayard
Eis a impossibilidade: estaríamos diante do autorretrato de um morto, isto é, do retrato que um morto fez de si.
-
O Grande Roubo do Trem: narrativa e montagem
É principalmente pelo lugar que ocupa no processo de narrativização do cinema que O Grande Roubo do Trem (1903), costuma ser lembrado. Mas como entender o lugar do filme de Edwin Stanton Porter?
-
O silêncio da fotografia: Marc Garanger e as mulheres argelinas
As fotografias sempre resguardam seu silêncio, como o abrigo de uma polifonia de vozes.
-
Como o audiovisual pode ajudar os Guarani Kaiowá
Texto de apoio ao projeto de financiamento coletivo do filme Martírio e da compra de equipamentos para aldeias indígenas, para desencadear, a partir das imagens, efeitos na esfera das disputas territoriais, em defesa dos direitos humanos dos Guarani Kaiowá.
-
Lumière, a luz: 741 – Les Aïnos à Yéso I
Se suas imagens resguardam a potência cosmopoética do cinema, o mosaico do catálogo Lumière tende a se configurar como museu do mundo. Mas como ler o museu do mundo?