História do Cinema e do Audiovisual

Oferecida em 2021.2 como História do Cinema 1 (código COM A87)

Esta disciplina da área de concentração em Cinema e Audiovisual, oferecida pela Faculdade de Comunicação para o Bacharelado Interdisciplinar em Artes (IHAC-UFBA), pretende apresentar um panorama de tendências e questões de história do cinema e do audiovisual.

Imagem: cartaz (ou parte de cartaz) de divulgação do cinematógrafo Lumière e da vista 99 (1), conhecida como Arroseur et arrosé, atribuído a Marcellin Auzolle (1862-1942)


História do Cinema e do Audiovisual – Plano de ensino (2021.2)

Ementa

Pré-história e origens do cinema; A evolução das técnicas cinematográficas; A ascensão da indústria cinematográfica norte-americana e o surgimento do mercado cinematográfico; O cinema revolucionário russo; As primeiras vanguardas: avant-garde na França, o expressionismo alemão, os surrealistas; O cinema soviético; O advento do cinema sonoro.

Objetivos

A oferta deste componente desde 2018.2 tem como base a proposta de atualização do quadro curricular da área de concentração em Cinema e Audiovisual, atualmente em tramitação, como parte de um futuro curso de dois ciclos em Cinema e Audiovisual (cujo projeto está em elaboração). Por essa razão, considera-se, aqui, que o componente optativo COMA87 equivale, no novo quadro proposto, ao componente obrigatório História do Cinema e do Audiovisual. As ementas das duas disciplinas atualmente existentes no quadro da referida área, reproduzidas abaixo, devem ser compreendidas, nesse sentido, como uma descrição parcial do conteúdo programático da nova disciplina proposta, cuja ementa é apresentada e destacada em seguida.

História do Cinema 1

Pré-história e origens do cinema; A evolução das técnicas cinematográficas; A ascensão da indústria cinematográfica norte-americana e o surgimento do mercado cinematográfico; O cinema revolucionário russo; As primeiras vanguardas: avant-garde na França, o expressionismo alemão, os surrealistas; O cinema soviético; O advento do cinema sonoro.

História do Cinema 2

A ascensão da indústria cinematográfica norte-americana e o surgimento do mercado cinematográfico. O neo-realismo italiano. O cinema pós-guerra dos Estados Unidos. A nouvelle-vague francesa. Free cinema inglês; O surgimento do vídeo e a repercussão no cinema. Art-pop, o cinema underground e as tendências do cinema mundial nos anos 1960/70.

História do Cinema e do Audiovisual

Problemas e métodos de história do cinema e do audiovisual, da arte e da imagem. Periodização e diferenciação de tendências, movimentos e contextos da história do cinema e do audiovisual em perspectiva mundial. Características tecnológicas, econômicas e estéticas do cinema e de outras mídias audiovisuais em abordagem histórica comparada. Configurações e transformações contemporâneas do cinema e do audiovisual.

Os seguintes objetivos correspondem à ementa proposta:

  • Conhecer noções gerais sobre a história como ciência humana e sobre a história do cinema e do audiovisual, tais como: objeto, fonte e documento; contextualização e periodização; narrativa, temporalidade, historicidade e anacronismo; cinema e audiovisual como objeto, fonte e documento históricos.
  • Definir e compreender criticamente conceitos pertinentes à periodização e à diferenciação de tendências, movimentos ou contextos da história do cinema e do audiovisual em perspectiva mundial, elaborando questionamentos reflexivos das definições específicas de períodos, tendências, movimentos ou contextos estudados.
  • Diferenciar e combinar de modo variável abordagens estéticas, tecnológicas, político-econômicas e socioculturais da história do cinema e do audiovisual, aplicando-as de modo experimental em debates sobre as definições de períodos, tendências, movimentos ou contextos, por meio da combinação exploratória de abordagens distintas.

Metodologia

  • Aulas síncronas expositivas e dialogadas, por meio do Google Meet ou de plataforma similar.
  • Atividades assíncronas de diferentes tipos, por meio do Moodle (AVA-UFBA) e de outros recursos de ensino remoto.
  • Leitura prévia de textos para discussão em aula síncrona ou para realização de atividades assíncronas.
  • Exibição comentada, indicação e/ou estudos dirigidos de filmes e de trechos de filmes.

Avaliação

A avaliação de aprendizagem será realizada por meio do acompanhamento individualizado dois eixos integrados de atividades, cujas características estão descritas a seguir e cujos prazos estão estabelecidos no cronograma da disciplina no Moodle:

1. Sínteses das unidades (trabalho em grupo de 4 a 6 pessoas; valor total máximo: 10,0): resumos e compilação de informações sobre cada uma das unidades do conteúdo programático, registrando síntese do que foi estudado e compreendido, identificando eventuais lacunas e problemas, seja na compreensão das aulas, dos textos etc., seja no efetivo desenvolvimento das atividades de estudo, de leitura etc.

  • Síntese 1a (unidade 1): 1,0
  • Síntese 1b (unidade 2): 1,0
  • Síntese 1c (unidade 3): 1,5
  • Síntese 1d (unidade 4): 1,5
  • Síntese 1e (unidade 5): 2,0
  • Síntese 1f (unidade 6): 2,0
  • Síntese 1g (unidade 7): 1,0

Diretrizes específicas sobre as sínteses reflexivas:

  • Objetivo: registrar o que foi estudado e compreendido pela/o estudante.
  • Critérios de avaliação: demonstração de efetivo acompanhamento de leituras e de aulas; capacidade de identificação de características transversais e gerais de tendências, movimentos e contextos, assim como de eventuais lacunas e problemas, seja na compreensão das aulas, dos textos etc., seja no efetivo desenvolvimento das atividades de estudo, de leitura etc.
  • As sínteses têm forma livre, recomendando-se a exploração de algumas possibilidades: resumos de textos de diferentes aulas da unidade; diários de aulas que compõem a unidade (anotações feitas em sala, devidamente revisadas); estruturas de tópicos compilando conteúdo; listas de filmes, artistas, instituições etc., identificadas por suas relações entre si e com os contextos históricos estudados; reflexões pessoais sobre o conteúdo, de perspectivas críticas e/ou criativas. Não é necessário realizar todas essas possibilidades, basta escolher uma por vez, ou articular duas ou três delas, conforme o interesse de cada estudante.
  • Fotografias ou capturas de tela dos quadros e materiais utilizados nas aulas não constituem sínteses de unidades, uma vez que não constituem sínteses reflexivas, já que não demonstram esforço de síntese nem reflexão crítica.
  • As sínteses reflexivas serão desenvolvidas, entregues e acompanhadas de modo processual, durante todo o semestre, por meio dos recursos de Diário e Wiki, entre outros disponíveis no Moodle.

2. Análise escrita ou audiovisual (trabalho em grupo de 4 a 6 pessoas; valor total máximo: 10,0)

  • Definição de tema e seleção de objeto(s)
    • Conteúdo básico: resumo (até 700 caracteres) e palavras-chave (3 a 5)
  • Construção do problema e desenvolvimento da pesquisa
    • Conteúdo básico: resumo expandido e estrutura comentada
  • Entrega do trabalho, em forma escrita ou audiovisual
    • Versão final do trabalho para a disciplina, em forma escrita ou audiovisual
    • Análises em formato audiovisual devem ser acompanhadas de memorial descritivo e analítico escrito
  • Apresentação final e debate
    • É importante debater cada análise no decorrer de todo o processo, em sala ou em atendimento extraclasse
    • Todas as análises devem ser apresentadas e debatidas no dia da apresentação final (05/12)

Diretrizes específicas sobre as análises:

  • Deve-se elaborar, em grupo de 4 a 6 pessoas, trabalho acadêmico em formato escrito ou audiovisual, com estudo analítico baseado em contextualização histórica, por meio de diálogo explícito com referências do programa.
  • Casos omissos (como, por exemplo, propostas de criação de produtos audiovisuais de outros tipos, como curtas de ficção, com base no estabelecimento de relações com movimentos ou períodos históricos previamente identificados, devidamente discutidas em memorial escrito) deverão ser apresentados à apreciação do professor exclusivamente no momento da etapa inicial, correspondente ao item 2a, e poderão ser desenvolvidos apenas com a obtenção de anuência nessa ocasião.
  • Ensaios escritos devem ter de 5 a 10 páginas, em fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento entrelinhas 1,5, buscando-se a adequação às normas da ABNT (recomenda-se consultar e adaptar o que está previsto no Manual de estilo acadêmico: trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses, disponível no Repositório Institucional da UFBA: https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/29414). Não é necessário capa, basta fazer um cabeçalho simples, com identificação de disciplina, turma (vespertino ou noturno) e estudante.
  • Ensaios audiovisuais devem ter duração de 5 a 10 minutos, além de serem entregues juntamente com memorial escrito, com 3 a 7 páginas em fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento entrelinhas 1,5. O memorial deve explicar o processo de elaboração do ensaio audiovisual, assim como suas relações com o conteúdo do curso, por meio da indicação de referências explícitas ou implícitas.

As análises escritas ou audiovisuais serão desenvolvidas, entregues e acompanhadas de modo processual, durante todo o semestre, por meio de recursos de Fórum e Tarefas, entre outros disponíveis no Moodle.

Conteúdo programático

Unidade 1 – Da arqueologia do cinema como mídia visual e audiovisual ao primeiro cinema (1890-1915)

1.1. Máquinas de imagens: camera obscura, lanterna mágica, fotografia, cinema, eletrônica e digital

1.2. Regimes visuais do primeiro cinema: mostração, atração e narração

Unidade 2 – O cinema mudo (1915-1930)

2.1. Hollywood, sistema dos estúdios e montagem em continuidade

2.2. Cinemas do real e abertura para o mundo, usos sociais do cinema e documentário clássico

2.3. Cinema soviético e vanguardas históricas: construtivismo, expressionismo, impressionismo, surrealismo, dadaísmo

Unidade 3 – O cinema do som sincronizado (1930-1945)

3.1. Sistemas de estúdios e gêneros cinematográficos: padronização e diferenciação

3.2. Cinema e política, cinemas políticos: Estado, propaganda e intervenção, informação e contra-informação

Unidade 4 – Os cinemas do pós-guerra (1945-1960)

4.1. Renovação do realismo e engajamento sócio-histórico: neorrealismo, free cinema, cinema-direto, cinema-verdade

4.2. A matriz melodramática, o carnavalesco e os gêneros cinematográficos em perspectiva mundial

4.3. Arte e experimentação: novas ondas, autoria e vanguardas

Unidade 5 – Emergências do cinema mundial entre as décadas de 1950 e 1970

5.1. Cinemas do Terceiro Mundo, Terceiro Cinema como fenômeno global, cinemas emergentes

5.2. O experimental reconfigurado: underground, estrutural, udigrudi, marginal

5.3. Hollywood reconfigurada: Nova Hollywood, pós-clássico e high concept

5.4. Cinemas africanos, descolonização e emergências do comum

Unidade 6 – Transformações midiáticas e reinvenções estéticas entre as décadas de 1970 e 1990

6.1. Globalização midiática, reconfigurações transnacionais e reenquadramentos nacionais

6.2. Políticas de Estado, produção independente e revisões históricas

6.3. Cinema político, transformações midiáticas e novas formas de engajamento

6.4. Cinemas nacionais e cinemas transnacionais: modos de produção e coprodução, formas e problemas de representação

Unidade 7 – Tendências do cinema e do audiovisual na época do digital

7.1. O advento do digital como promessa e como crise

7.2. Os fins do cinema: intermidialidade e interculturalidade no cinema e no audiovisual contemporâneos

Bibiliografia

Bibliografia básica

BATISTA, Mauro; MASCARELLO, Fernando (orgs.). Cinema mundial contemporâneo. Campinas, SP: Papirus, 2008.

DA-RIN, Silvio. Espelho partido: tradição e transformação do documentário. Rio de Janeiro: Azougue, 2004.

MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas & pós-cinemas. Campinas, SP: Papirus, 1997.

MASCARELLO, Fernando (org.). História do cinema mundial. 7ª ed. Campinas, SP: Papirus Editora, 2011.

SHOHAT, Ella; STAM, Robert. Crítica da imagem eurocêntrica: multiculturalismo e representação. Trad. Marcos Soares. São Paulo: Cosac Naify, 2006.

Bibliografia complementar

AUMONT, Jacques; MARIE, Michel. Dicionário teórico e crítico de cinema. Tradução Eloisa Araújo Ribeiro; revisão técnica Rolf de Luna Fonseca. Campinas, SP: Papirus, 2003.

CHARNEY, Leo; SCHWARTZ, Vanessa R. O cinema e a invenção da vida moderna. 2ª ed. rev. São Paulo: Cosac Naify, 2010.

COSTA, Flávia Cesarino. O primeiro cinema: espetáculo, narração, domesticação. Rio de Janeiro: Azouge Editoral, 2005.

DUBOIS, Philippe. Cinema, vídeo, Godard. Trad. Mateus Araújo Silva. São Paulo: Cosac Naify, 2004.

FRANÇA, Andrea; LOPES, Denilson (orgs.). Cinema, globalização e interculturalidade. Chapecó, SC: Argos, 2010.

MACHADO, Arlindo. Eisenstein: geometria do êxtase. São Paulo: Brasiliense, 1982.

MACHADO, Arlindo. A arte do vídeo. São Paulo: Brasiliense, 1988.

SADOUL, Georges. História do cinema mundial: das origens aos nossos dias. São Paulo: Martins, 1967, v. I e II.

XAVIER, Ismail. D. W. Griffith, o nascimento de um cinema. São Paulo: Brasiliense, 1984.

XAVIER, Ismail. Melodrama, ou a sedução da moral negociada. O olhar e a cena: melodrama, Hollywood, cinema novo, Nelson Rodrigues. São Paulo: Cosac Naify, 2003. – Publicado anteriormente em: Novos Estudos CEBRAP, n. 57, p. 81–90, jul. 2000. Disponível em: http://professor.pucgoias.edu.br/SiteDocente/admin/arquivosUpload/17352/material/20080627melodramaouaseducao.pdf. Acesso em: 22 jun. 2021.

Outra bibliografia e outras referências

BAECQUE, Antoine de. Cinefilia: invenção de um olhar, história de uma cultura, 1944-1968. Tradução André Telles. São Paulo: Cosac Naify, 2010.

BORDWELL, David. Sobre a história do estilo cinematográfico. Tradução Luís Carlos Borges. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2013.

BORDWELL, David; THOMPSON, Kristin. Film history: an introduction. 2nd ed. New York: McGrawHill, 2003.

BORDWELL, David; THOMPSON, Kristin. A arte do cinema: uma introdução. Tradução Roberta Gregoli. Campinas, SP: Editora da Unicamp; São Paulo, SP: Editora da USP, 2013.

CARVALHO, Noel dos Santos. O produtor e o cineasta Zózimo Bulbul – o inventor do cinema negro brasileiro. Revista Crioula, n. 12, 1 nov. 2012.

COUSINS, Mark. História do cinema: dos clássicos ao mundo moderno. Tradução Cecília Camargo Bartalotti. São Paulo: Martins Fontes, 2013.

ELSAESSER, Thomas. Cinema como arqueologia das mídias. Trad. Carlos Szlak. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2018. GAUDREAULT, André; MARION, Philippe. O fim do cinema? Uma mídia em crise na era do digital. Trad. Christian Pierre Kasper. Campinas (SP): Papirus, 2016.

HOLANDA, Karla; TEDESCO, Marina C. (orgs.). Feminino e plural: mulheres no cinema brasileiro. Campinas: Papirus, 2017.

HOLANDA, Karla (org.). Mulheres de cinema. Rio de Janeiro: Numa, 2019.

LAGNY, Michèle. Cine e historia: problemas y métodos en la investigación cinematográfica. Trad. J. Luis Fecé. Barcelona: Bosch, 1997.

MARIE, Michel. A Nouvelle Vague e Godard. Tradução Juliana Araújo e Eloísa Araújo Ribeiro. Campinas, SP: Papirus, 2011.

MELEIRO, Alessandra (org.). Cinema no mundo: indústria, política e mercado. São Paulo: Escrituras Editora, 2007, v. 1 (África), 2 (América Latina), 3 (Ásia), 4 (Estados Unidos) e 5 (Europa).

NACACHE, Jacqueline. O cinema clássico de Hollywood. Lisboa: Edições Texto & Grafia, 2012.

SCHATZ, Thomas. O gênio do sistema – A era dos estúdios em Hollywood. São Paulo: Cia. Das Letras, 1991.

STAM, Robert. Multiculturalismo tropical: uma história comparativa da raça na cultura e no cinema brasileiros. Trad. Fernando S. Vugman. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008.

Artigos publicados em periódicos acadêmicos e lista (não exaustiva) para consultas adicionais

BRENEZ, Nicole. Informação, contra-informação, ur-informação fílmicas. Revista ECO-Pós, v. 20, n. 2, p. 211–231, 14 set. 2017. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/eco_pos/article/view/12495. Acesso em: 22 jun. 2021.

FREIRE, Rafael de Luna. Descascando o abacaxi carnavalesco da chanchada: a invenção de um gênero cinematográfico nacional. Revista Contracampo, v. 0, n. 23, p. 66–85, 8 dez. 2011. Disponível em: http://periodicos.uff.br/contracampo/article/view/17226. Acesso em: 22 jun. 2021.

HIRANO, Luís Felipe Kojima. O olhar oposicional e a forma segregada: raça, gênero, sexualidade e corpo na cinematografia hollywoodiana e brasileira (1930-1950). ACENO – Revista de Antropologia do Centro-Oeste, v. 2, n. 3, p. 142–158, 2015. Disponível em: http://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/aceno/article/view/2646. Acesso em: 22 jun. 2021.

LYRA, Bernardette. A emergência de gêneros no cinema brasileiro: do primeiro cinema às chanchadas e pornochanchadas. Conexão – Comunicação e Cultura, v. 6, n. 11, p. 141–159, 2007. Disponível em: http://ucs.br/etc/revistas/index.php/conexao/article/view/197. Acesso em: 22 jun. 2021.

MAIA, Guilherme; RAVAZZANO, Lucas. O cinema musical na América Latina: uma cartografia. Significação: Revista de Cultura Audiovisual, v. 42, n. 44, p. 212–231, 18 dez. 2015. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/significacao/article/view/103432. Acesso em: 22 jun. 2021.

MARIE, Michel. A Nouvelle Vague. Significação: Revista de Cultura Audiovisual, v. 30, n. 19, p. 165–180, 23 jun. 2003.

MELLO, Cecília A. de. Free Cinema: o elogio do homem comum. Significação: Revista de Cultura Audiovisual, v. 35, n. 29, p. 59–79, 23 jun. 2008. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/significacao/article/view/65660. Acesso em: 22 jun. 2021.

MUNDIM, Luiz Felipe C. As misérias da agulha do Cinema do Povo. Significação: Revista de Cultura Audiovisual, v. 46, n. 52, 1 jul. 2019. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/significacao/article/view/147866. Acesso em: 22 jun. 2021.

PEREIRA, Walter P. Cinema e propaganda política no fascismo, nazismo, salazarismo e franquismo. História: Questões & Debates, v. 38, n. 1, p. 101–131, 2003. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/historia/article/view/2716/2253. Acesso em: 22 jun. 2021.

Periódicos da área para pesquisa (lista não exaustiva):

  • ECO-Pós
  • E-Compós
  • Rebeca – Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
  • Revista Vivomatografías
  • Significação: Revista de Cultura Audiovisual
  • Esferas
  • Contemporânea

Série The Story of Film (2011), de Mark Cousins: trechos selecionados

  • Episódio 1 – “Birth of the Cinema” / “Nascimento do Cinema”
  • Episódio 2 – “The Hollywood Dream” / “O Sonho Hollywoodiano”
  • Episódio 3 – “The Golden Age of World Cinema” / “A Era de Ouro do Cinema Mundial”
  • Episódio 4 – “The Arrival of Sound” / “A Chegada do Som”
  • Episódio 5 – “Post-War Cinema” / “O Cinema do Pós-Guerra”
  • Episódio 6 – “Sex & Melodrama” / “Sexo & Melodrama”
  • Episódio 7 – “European New Wave” / “Nova Onda Europeia”
  • Episódio 8 – “New Directors, New Form” / “Novos Diretores, Nova Forma”
  • Episódio 9 – “American Cinema of the 70s” / “Cinema Americano dos anos 1970”
  • Episódio 10 – “Movies to Change the World” / “Filmes para Mudar o Mundo”
  • Episódio 11 – “The Arrival of Multiplexes and Asian Mainstream” / “A Chegada dos Multiplexes e o Mainstream Asiático”
  • Episódio 12 – “Fight the Power: Protest Film” / “Combater o Poder: o Filme de Protesto”
  • Episódio 13 – “New Boundaries: World Cinema in Africa, Asia & Latin America” / “Novas Fronteiras: o Cinema Mundial na África, na Ásia e na América Latina”
  • Episódio 14 – “New American Independents & The Digital Revolution” / “Novos Independentes Americanos & A Revolução Digital”
  • Episódio 15 – “Cinema Today and the Future” / “O Cinema Hoje e o Futuro”

Arquivo (em atualização)

Abaixo você pode acessar o histórico de versões do programa da disciplina, por semestre de oferta, do mais recente para o mais antigo.

2019.2

  • 07/10/2019 (com cronograma atualizado)
  • 04/10/2019 (com cronograma atualizado)
  • 11/09/2019 (com cronograma atualizado)
  • 28/08/2019 (com cronograma completo)
  • 07/08/2019 (com cronograma do curso até a aula 4)
  • 20/04/2019 (sem cronograma – para planejamento acadêmico)

2018.2

  • 14/11/2018 (que inclui menção à participação, na semana anterior (dia 07/11), no VIII Historicidades dos Processos Comunicacionais) e diretrizes de avaliação, divulgadas em 17/09/2018 e atualizadas em 14/11/2018 após a revisão do cronograma
  • 07/09/2018 (com cronograma completo e prazos das atividades de avaliação, incluindo previsão de Congresso UFBA 2018)
  • 05/09/2018 (com cronograma completo)
  • 21/08/2018 (com o cronograma do curso até a aula 8)
  • 08/06/2018 (sem cronograma – para planejamento acadêmico)

2017.1

  • 30/05/2017